obrigada por existires, por cuidares de mim e por me fazeres sentir assim. eu amo-te muito.
30 de janeiro de 2012
16 de janeiro de 2012
esquecimento
"ás vezes é preciso mudar o que parece não ter solução, deitar tudo abaixo para voltar a construir do zero, bater com a porta e apanhar o último comboio no derradeiro momento e sem olhar para trás, abrir a janela e jogar tudo borda fora, queimar cartas... e fotografias, esquecer a voz e o cheiro, as mãos e a cor da pele, apagar a memória sem medo de a perder para sempre, esquecer tudo, cada momento, cada minuto, cada passo e cada palavra, cada promessa e cada desilusão, atirar com tudo para dentro de uma gaveta e deitar a chave fora, ou então pedir a alguém que guarde tudo num cofre e que a seguir esqueça o segredo." margarida rebelo pinto.
13 de janeiro de 2012
10 de janeiro de 2012
ciúmes?
eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes. eu não tenho ciúmes.
7 de janeiro de 2012
desabafos (1)
nem sabes o quanto fiquei a pensar na nossa conversa de ontem á noite. de facto, eu não mudo! por mais coisas lindas que me digas, por mais feliz que me faças sentir e tudo isso, eu por momentos esqueço. esqueço simplesmente. mas quando alguma coisa te escapa, algo que eu não quisesse ouvir. oh isso eu não me esqueço. passo miseras horas a pensar e a pensar nisso. dou voltas á minha cabeça para encontrar respostas. porque não me deixas pensar nos momentos bons, cérebro? nem sei porque razão não esqueço. afinal nós seres humanos, devíamos esquecer as coisas más, devíamos apaga-las de todo e manda-las para a reciclagem. só deveríamos pensar no bom que é ter alguém como tu, mas isso infelizmente (comigo) não acontece.
4 de janeiro de 2012
2 de janeiro de 2012
e é tudo o que peço
olá dois mil e doze. trás contigo confiança para mim, menos orgulho. nada de pessoas falsas, trás contigo, a verdade, a amizade, a esperança e nada de saudade. e sabes porquê? não quero sentir falta de ninguém, quero estar perto de todos eles, que me fazem sorrir. trás musicas que me aqueçam o coração. trás lágrimas de amor, de felicidade. nada de tristezas. trás-me sorte, muita sorte. e notas boas. trás-me uma boa média. umas férias antecipadas e uma viagem a taizé. trás calor, frio. trás noites e dias. nada de chuva. trás saúde aos meus avós e apaga a distância que tenho da minha prima. derruba todos aqueles que olham para mim e invejam. ou que simplesmente me querem ver escrever aqui textos tristes. faz delete á ingenuidade, à vingança, à dor e ás palavras feias. trás vida à minha gatinha, sabes a lua, e diz-lhe que não lhe faço mal, diz-lhe que só quero que ela se sinta bem cá em casa. deixa também uma mensagem aos que amo, a dizer que estarei aqui sempre. trás contigo os que se zangaram comigo, leva as lágrimas que deitei por eles. trás as pessoas que me viraram costas. porque sabes? eu perdoo-as, sinto a falta delas. trás muitas viagens, novas descobertas, e é tudo, adeus dois mil e onze, foste curto demais.
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