olá dois mil e doze. trás contigo confiança para mim, menos orgulho. nada de pessoas falsas, trás contigo, a verdade, a amizade, a esperança e nada de saudade. e sabes porquê? não quero sentir falta de ninguém, quero estar perto de todos eles, que me fazem sorrir. trás musicas que me aqueçam o coração. trás lágrimas de amor, de felicidade. nada de tristezas. trás-me sorte, muita sorte. e notas boas. trás-me uma boa média. umas férias antecipadas e uma viagem a taizé. trás calor, frio. trás noites e dias. nada de chuva. trás saúde aos meus avós e apaga a distância que tenho da minha prima. derruba todos aqueles que olham para mim e invejam. ou que simplesmente me querem ver escrever aqui textos tristes. faz delete á ingenuidade, à vingança, à dor e ás palavras feias. trás vida à minha gatinha, sabes a lua, e diz-lhe que não lhe faço mal, diz-lhe que só quero que ela se sinta bem cá em casa. deixa também uma mensagem aos que amo, a dizer que estarei aqui sempre. trás contigo os que se zangaram comigo, leva as lágrimas que deitei por eles. trás as pessoas que me viraram costas. porque sabes? eu perdoo-as, sinto a falta delas. trás muitas viagens, novas descobertas, e é tudo, adeus dois mil e onze, foste curto demais.
2 de janeiro de 2012
como uma irmã
já sentia falta da tua presença. da tua companhia. já tinha saudades de te ver entrar apressadamente pela porta do refugio. de te ver a empurrar as pessoas para que leves a melhor. de te sentares perto de mim e com a tua boa disposição me faças soltar um sorriso. abraças-me fortemente. já tinha saudades de te ouvir a falar longas horas, do brilho nos teus olhas e os pormenores dos acontecimentos em que reparas. já sentia falta do cheiro do teu perfume e saudades dos teus olhos verdes. até a maneira como tiras o cigarro do maço e o levas à boca, do barulho do isqueiro e das perfeitas bolinhas de fumo que fazes no ar eu tinha saudades. permanecíamos dias à conversa, ou melhor, tu a falares e eu ouvir. boas recordações tenho eu. oh, e a falta que me fazes cá em casa? sem ti, tudo perdeu vida. no fundo, és a minha irmã mais velha. a que cuida de mim e me faz crescer só pela sua existência. tu fazes-me feliz, nunca me deixes! márcia martins.
26 de dezembro de 2011
dia 19- uma coisa que fazes e/ou fazias, mas tens vergonha de dizer.
quando estou no msn tapo a web porque tenho medo que alguém me esteja a ver, embora saiba que isso seja quase impossível.
23 de dezembro de 2011
há muito tempo
meu amor, como sinto a tua falta. como me esqueço do mundo quando tu apareces. como me fazias sentir, tão bem, tão fora deste mundo horrível. tão longe de todas as pessoas que me querem ou queriam mal. contigo, não tinha problemas. nada parecia real. agora olho para trás, como o meu sorriso era verdadeiro e os meus olhos brilhavam por ti. como não sabia o que fazer e parecia uma tonta. oh, quanto eu quero tudo isso. agora, sim, sinto-me sozinha, sem ti. não é que passasse-mos muito tempo juntos, mas sabia que estavas comigo de qualquer das formas. e agora? agora não. é raro saber onde, como estás! preciso desses tempos. dos tempos em que fazias tudo para vir ter comigo por uma hora. no fundo, eu preciso mesmo de ti. embora nunca o admita perante o mundo.
20 de dezembro de 2011
cheira a natal
estava frio lá fora. a casa estava escura, e os vidros tinham uma imensa camada de gelo. o silêncio era ensurdecedor, o que me fazia dar em doida. sentei-me no sofá cuidadosamente e mantive-me ali longos minutos quase paralisada. ouvi uma porta a bater. mas hesitei em ir ver se se passava algo. por isso estremeci e num salto deitei-me, pensando que tinha sido quão silenciosa como os ratos que passavam de um lado para o outro no sótão do meu avô. acho que adormeci. abri um olho e o sol estava-me a bater nos olhos com uma força incrível. a camada de neve nas janelas tivera derretido e a sala estava quente. corri para a árvore de natal e qual não foi o meu espanto quando ela estava coberta de presentes. - mas que raio se passa aqui? - disse eu intrigada.
19 de dezembro de 2011
15 de dezembro de 2011
5 de dezembro de 2011
28 de novembro de 2011
beleza
a beleza nem sempre se encontra com a blusa nova, ou o casaco caro. a beleza não se vê a olho nu. a beleza? oh a beleza está nos olhos de cada um. está no coração. está nos gestos e nas palavras. na troca de olhares e nos abraços apertados. a beleza existe quando me dás a mão e percorres a minha levemente com a ponta dos dedos. isso sim é beleza. beleza é o teu sorriso parvo junto com o meu. é quando no meio da multidão sou a primeira pessoa para quem olhas. quando ouves aquela música e me ligas para partilhá-la comigo. beleza é isto e muito mais. é quando apressas o paço para chegares mais rapidamente perto de mim. deixando quem quer que seja para trás. beleza és tu, somos nós.
texto fictício (ou não).
27 de novembro de 2011
dia 17- uma coisa que gostavas de ver realizada.
uma escolha difícil, aparentemente. por entre milhões de sonhos, apenas escolher um para "ser realizado". mas sim, gostava imenso de andar de skate, de saber fazer imensos truques, e de ser skater. o que parece muito estranho, porque não tem nada haver comigo. digamos que esta é apenas, outra parte de mim.
26 de novembro de 2011
20 de novembro de 2011
aquele cantinho
e sabem que mais? percebi que este realmente é o meu blog. aquele cantinho que é meu, que de certo modo vos pertence. quele espaço que nos une e faz-nos permancer nele horas. aquele espaço que nos fascina. percebi que só assim é que consigo postar diariamente. que só esta música me inspira. que só esta combinação me trás inspiração para partilhar convosco o que se passa na minha cabeça, e no meu coração. e assim permanecerá este espaço, sem tirar nem por qualquer detalhe. beijinho, e desculpem a minha ausência.
4 de novembro de 2011
uma rapariga de ideias fixas
comecei ontem a ler um livro perfeito. mal vi uma amiga minha com ela e li o resumo apaixonei-me. o livro é uma espécie de diário da autora. ela tinha um blog e lá está tudo o que ela publicara nele, mudando alguns nomes, idades ou sítios. o livro chama-se "uma rapariga de ideias fixas" e é doida por sexo. todo o conteúdo do livro fala de sexo, a única ideia que ela fixa e pensa a toda a hora.
2 de novembro de 2011
1 de novembro de 2011
31 de outubro de 2011
dia 15- as pessoas que não queres perder.
não gostaria de perder ninguém, como é óbvio. eu tenho os melhores. só tenho aqueles que realmente preciso. aqueles que sei que me amam incondicionalmente. quer eu seja isto ou aquilo, faça o que fizer sei que terei sempre cada um de vocês do meu lado. mas há uma pessoa, que sem essa ela, era impossível a minha existência neste mundo. sem ela, eu não era eu, era como o mar sem água, como um planeta sem pessoas, como o céu sem estrelas. era apenas um corpo sem vida a vaguear por entre outros tantos corpos. sem ti, joana, eu não era nada, não tinha a força que tenho. eu preciso de ti não só agora, mas daqui a um mês, dez anos, quarenta anos. nunca te quero perder, porque tu, sim tu, és a verdadeira.
29 de outubro de 2011
25 de outubro de 2011
24 de outubro de 2011
frioooo
chego a casa e pouso a mala no chão. descalço-me apressadamente enquanto num salto meto-me de baixo dos lençóis. só por instante ter o pensamento na cabeça de "tenho de ir estudar", dá-me arrepios pelo corpo, e de seguida, uma enorme vontade de me aconchegar no meu peluche e adormecer ali assim, sem mais nem menos. chega a um ponto em que penso que já sou crescida demais para não querer estudar, nem fazer pela vida. eu sei definir prioridades. o meu sonho era entrar para a faculdade e como tal, tinha que fazer por isso. antes que me arrependesse. levantei-me cambaleando e pegando no meu dossiê procuro os apontamentos. dirigi-mo á cozinha. retiro de dentro do armário a minha caneca, encho-a de leite e aqueço-a até ficar a queimar. sento-me e dou uma vista de olhos na matéria enquanto, encolhida, seguro a caneca quente perto do meu peito. finalmente pensei: caramba, tinha saudades do inverno e desta rotina. permaneço ali, sentada, aconchegada a pensar em sei lá o quê. dei por mim já o leite estava frio. lá fora estava escuro. o vento tinha parado de soprar, e a chuva tinha parado de cair. os apontamentos estavam em branco. o meu telemóvel estava desligado e a música tinha parado.
18 de outubro de 2011
kiss me slowly
"stay with me, baby stay with me, tonight don't leave me alone. walk with me, come and walk with me, to the edge of all we've ever known. i can see you there with the city lights, fourteenth floor, pale blue eyes. i can breathe you in. two shadows standing by the bedroom door, no, i could not want you more than i did right then, as our heads leaned in. well, i'm not sure what this is gonna be, but with my eyes closed all i see is the skyline, through the window, the moon above you and the streets below. hold my breath as you're moving in, taste your lips and feel your skin. when the time comes, baby don't run, just kiss me slowly. stay with me, baby stay with me, tonight don't leave me alone. she shows me everything she used to know, picture frames and country roads, when the days were long and the world was small. she stood by as it fell apart, separate rooms and broken hearts, but i won't be the one to let you go. oh, i'm not sure what this is gonna be, but with my eyes closed all i see, is the skyline, through the window, the moon above you and the streets below. hold my breath as you're moving in, taste your lips and feel your skin. when the time comes, baby don't run, just kiss me slowly. don't run away... and it's hard to love again, when the only way it's been, when the only love you know, just walked away... if it's something that you want, darling you don't have to run, you don't have to go."
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